quarta-feira, 5 de setembro de 2012

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Que bom que ainda posso ver a lua,
E senti-la brilhar, sobre o efeito das minhas lágrimas, que caem como estrelas cadentes sem sentido ou direcção…
Ainda consigo escrever no céu, descrever teu corpo na mais pura constelação, e viajar, ir à lua e voltar, tocar as estrelas e sonhar…
E enquanto houver ondas no mar, e no céu permanecer o luar, meu amor por ti não irá acabar.

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